
Título: A árvore dos frutos proibidos e outros contos
Autor: Ana Karla Batista Farias
Sinopse: O escritor José Saramago ponderou certa vez: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.” Em tempos de abulia em que os humanos, com seus fardos nos ombros, caminham cada vez mais anestesiados, o livro A Árvore dos Frutos Proibidos e Outros Contos, da escritora Ana Karla Batista Farias, nasce para nos resgatar do estado de dormência do mundo atual. Focada em embates universais, a autora com uma narrativa crítica lança o leitor em fecundas redescobertas sobre a vida, mostrando a lucidez de se resistir à trivialidade. A partir de personagens atípicos, inseridos em cotidianos comuns, que logo se descobrem em situações surpreendentes, compreendemos o quão fantástico pode ser o enredo da vida quando os humanos se desfazem das suas couraças pesadas e se permitem seguir na leveza de um existir, sentido com plenitude. Filha da linguagem poética, a obra reúne elementos sutis e áridos do nosso cotidiano. Assim, este livro cumpre fielmente o desafio kafkaniano, já que segundo Kafka, os livros deveriam ter a capacidade de nos afetar, tal qual um machado diante do mar congelado que habita em cada um de nós. (Ana Santana B. Farias)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A árvore dos frutos proibidos e outros contos”, de Ana Karla Batista Farias, publicado pela editora Multifoco, em 2017 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Multifoco
Páginas: 88
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788595120921
Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
