
Título: A árvore que se foi
Autor: Antonio Oliveira
Sinopse: O livro de estreia de Antonio Oliveira, psicólogo e educador. “Esses assuntos só dão em confusão!”, foi o que a mãe de Afonso Carlos lhe alertou sobre conversar sobre política, religião e futebol. Contrariando tal conselho, o protagonista do livro mergulha nas disputas desses universos em busca de referências para navegar dois contextos de profunda transformação: o início da adolescência e os anos 90. Nessa jornada que tem São Paulo como palco, o jovem se depara com personagens de diversas origens e credos, e aos poucos relembra trechos de músicas, livros, manchetes, bilhetes, narrações, rezas, amuletos, versos e versículos internalizados em um mosaico tão sincrético quanto brasileiro. Ora com bom humor, ora de forma brutal, o autor traça o caminho para um passado simultaneamente nostálgico e desconfortável, propondo uma conversa honesta (e necessária) sobre adolescência, identidade e permanências e rupturas geracionais.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A árvore que se foi”, de Antonio Oliveira, publicado pela editora Editora Rua do Sabão, em 2022 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Rua do Sabão
Páginas: 368
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586460522
ISBN13: 9786586460520
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,482
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Rua do Sabão apresentam uma leitura que transita entre o rigor da pesquisa e a força da narrativa pessoal, muitas vezes explorando temas sociais e históricos com profundidade. A experiência de leitura varia do relato íntimo de situações extremas, como a pandemia, até romances que combinam suspense com crítica social e até trilha sonora integrada. O catálogo inclui obras que dialogam com questões contemporâneas, como o impacto dos algoritmos na vida cotidiana, e outras que resgatam histórias de contextos coloniais ou culturais distantes, sempre com uma prosa cuidadosa e instigante. Há uma clara atenção à diversidade de vozes e estilos, com textos que vão do ensaio reflexivo ao romance psicológico, mantendo um tom que pode ser tanto denso quanto acessível, dependendo do título.
