
Título: A Atlântida de Cristóvão Colombo
Autor: Pierre Carnac
Sinopse: "A história começa em Sumer..." foi dito e repetido. A afirmação adquiriu o valor de um dogma. Afortunaddamente, acontecce serem os dogmas bombardeados por pesquisadores que se obstinam em ir sempre mais longe, em recolocar em discussão as construções universitárias, em propor perguntas. Pierre Carnaac é um desses. Durante inúmeros anos, ele estudou o problema dos contactos entre o Antigo e o Novo Mundo antes de Colombo. Quando foi descoberta e explorada a região de Bimini - pequena ilha das Baamas ao largo da Flórida - com suas extraordinárias estruturas submersas, ele decidiu partir em busca dos construtores. Foi essa aventura no tempo e no espaço, em que vemos ressurgirem os mitos mais antigos - o Paraíso terrestre, a Fonte da Juventude - que ele nos oferta hoje numa obra de singular riqueza... a história, terá ela começado em Bimini? É possível. Pelo menos, uma coisa é certa: ela não começou em Sumer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Atlântida de Cristóvão Colombo”, de Pierre Carnac, publicado pela editora Difel, em 1978 e com 330 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 330
Ano: 1978
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9782221017821
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
