
Título: A Biblioteca de Ouroboros
Autor: Anderson Spiller
Sinopse: Cao Sevastri é o relutante herói desta fantasia passada em um lugar que guarda semelhança com o que foi a renascença, após a idade média. Um mundo em que povos nômades já fugiram de gigantescas bestas e, entre elas, sofreram para erigir as primeiras cidades, fundar reinos e avançar na alquimia, a técnica – não esotérica – que se tornou preponderante em todas as áreas, da metalurgia e construção civil até artes e cuidados com a saúde, mas que extrapolou seus benefícios na forma de catastróficas consequências: quimeras. Após longuíssimos anos de recuperação desse desastre é que a história de Cao e da família Sevastri começa a ser contada, parte do novo esplendor das poucas dezenas de governos que, embora herdeiros de um reino outrora poderoso, agora, passadas gerações, sequer se reconhecem como irmãos. A cidade murada é a forma básica do Estado; o mar a fonte segura de recursos; e a alquimia, a perigosa tecnologia que tudo mudou e que não pode mais ser abandonada, seja nas disputas entre famílias ou na guerra que se inicia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Biblioteca de Ouroboros”, de Anderson Spiller, publicado pela editora publicação independente, em 2024 e com 759 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: publicação independente
Páginas: 759
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Publicação independente apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o romance emocional, a fantasia política e a ficção histórica, sempre com personagens que enfrentam dilemas profundos e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram relações humanas complexas, como amores que desafiam o tempo ou reencontros marcados por perdão e segredos. Além disso, há obras que mesclam elementos fantásticos e filosóficos, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre destino e identidade. A linguagem tende a ser acessível, com ritmo que varia entre o envolvente e o contemplativo, atendendo a leitores que buscam tanto entretenimento quanto questionamentos mais densos.
