
Título: A Boneca: Traz a morte a quem a encontra
Autor: Yrsa Sigurdardóttir
Sinopse: Era suposto ser um passeio de barco em família, para mãe e filha estarem juntas. Mas não foi assim que aconteceu. Tudo era normal, bonito e límpido - até que uma boneca é apanhada na rede. Depois de vários anos perdida no oceano, a boneca é uma visão aterrorizante e o primeiro instinto da mãe é devolvê-la às águas, mas acaba por ceder quando a filha pede para ficar com ela. Naquela noite, a mãe publica uma foto da boneca nas redes sociais. Pela manhã, ela está morta e a boneca desapareceu. Um gesto de ternura desencadeou uma série de acontecimentos fatídicos que, anos mais tarde, estarão ligados através de uma única testemunha desaparecida: a criança que levou a boneca para casa. Yrsa Sigurdardóttir mostra mais uma vez a sua competência na criação de uma história de grande ritmo narrativo, personagens inesquecíveis e uma intriga viciante, cruzando a investigação de Huldar (de um assassínio) e a de Freyia (de um presumível caso de abuso de menores).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Boneca: Traz a morte a quem a encontra”, de Yrsa Sigurdardóttir, publicado pela editora Quetzal, em 2018 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal
Páginas: 480
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897227040
ISBN13: 9789897227042
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal convidam o leitor a atravessar paisagens culturais e existenciais densas, onde a língua portuguesa e suas raízes são exploradas em múltiplas vozes. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, como romances que desvendam a identidade rural portuguesa e a complexidade das relações familiares, ao lado de ensaios filosóficos e textos de viagem que refletem sobre a condição humana e o movimento pelo mundo. A poesia aparece como contraponto, oferecendo uma leitura mais concentrada e lírica, enquanto obras de caráter religioso e teológico ganham espaço com linguagem contemporânea e acessível. O tom geral oscila entre o reflexivo e o narrativo, com ritmo que pode variar do lento e contemplativo ao mais tenso e envolvente, conforme o tema abordado.
