
Título: A Bruxinha Atrapalhada
Autor: Eva Furnari
Sinopse: Considerado o melhor livro sem texto pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 1982, até hoje as histórias da bruxinha simpática e desastrada, personagem criada pela ilustradora e escritora Eva Furnari, continuam fazendo muito sucesso. Tanto sucesso que, esse e outros livros da autora, foram publicados em espanhol. O livro traz dez histórias curtas - "O Chapéu","A Torneira", "A Abóbora","A Chave","Pega-Ladrão", entre outras, construídas em tiras grandes, com espaços vazios, o que permite que a criança construa significados durante a leitura. Em cada história, a autora cria situações divertidas, surpreendentes, em que a bruxinha, nem sempre bem-sucedida, transforma, com sua varinha mágica, uma torneira em guarda-chuva, um elefante em um canhão, um pássaro em tesoura... As ações da bruxinha encantam as crianças, pois se assemelham muito ao seu mundo das brincadeiras, das traquinagens, do faz-de-conta. http://www.globaleditora.com.br
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Bruxinha Atrapalhada”, de Eva Furnari, publicado pela editora Global, em 2002 e com 32 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Global
Páginas: 32
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8526003208
ISBN13: 9788526003200
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
