
Título: A Caderneta Vermelha
Autor: Antoine Laurain
Sinopse: Caminhando pelas ruas de Paris em uma manhã tranquila, o livreiro Laurent Letellier encontra uma bolsa feminina abandonada. Não há nada em seu interior que indique a quem ela pertence - nenhum documento, endereço, celular ou informações de contato. A bolsa contém, no entanto, uma série de outros objetos. Entre eles, uma curiosa caderneta vermelha repleta de anotações, ideias e pensamentos que revelam a Laurent uma pessoa que ele certamente adoraria conhecer. Decidido a encontrar a dona da bolsa, mas tendo à sua disposição pouquíssimas pistas que possam ajudá-lo, Laurent se vê diante de um dilema: como encontrar uma mulher desconhecida em uma cidade de milhões de habitantes?
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Caderneta Vermelha”, de Antoine Laurain, publicado pela editora Alfaguara, em 2016 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Alfaguara
Páginas: 136
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556520138
ISBN13: 9788556520135
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 23,40
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
