
Título: A cama em que morreu Tiradentes
Autor: Alexandre Azevedo
Sinopse: Em seu leito de morte, um avô chama seu neto, ambos descendentes de Tiradentes, para contar a verdadeira história de um dos maiores heróis do povo brasileiro. Com uma grande divergência: Tiradentes não foi enforcado e, sim, morrera na mesma cama que o avô estava deitado, na qual esse revela os fatos. Em meio a um diálogo bem-humorado–com direito a várias piadas ao longo dos capítulos – avô e neto vão recontando a Inconfidência Mineira de modo que ninguém nunca antes viu ou imaginou. Com uma linguagem jovem, que cai bem ao público infanto-juvenil, a narrativa é leve, descontraída, apesar de apresentar um clima de vésperas à morte. Alexandre Azevedo apresenta muita habilidade em ganhar o leitor com o suspense e com o mistério instigante. Apesar de reformular toda a história, apresentando uma outra versão conspiratória, a narrativa é perfeita para ensinar o que foi a Inconfidência Mineira, sem que possamos nos dar conta: o aprendizado vem de repente, sem querer. A Cama Em Que Morreu Tiradentes é uma gostosa e divertida aula de história às avessas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A cama em que morreu Tiradentes”, de Alexandre Azevedo, publicado pela editora Editora Penalux, em 2018 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 104
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334471
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
