
Título: A canção do vendedor de pipocas
Autor: Fabiano Calixto
Sinopse: A canção do vendedor de pipocas reúne a múltipla produção poética de Fabiano Calixto de 1998 a 2012, com poemas retirados dos livros Algum (edição do autor, 1998), Fábrica (Alpharrabio Edições, 2000), Um mundo só para cada par (Alpharrabio Edições, 2001), Música possível (CosacNaify/ 7Letras, 2006) & Sangüínea (Editora 34, 2007). A profusão de sons e tons e a variedade de registros que marcam esses poemas deixam ler nas entrelinhas a crueza da paisagem urbana – ao mesmo tempo em que explodem, em cada esquina, em versos de inesperada ternura, acidez, paixão. De Oratório à Zanga de Exu, passando por Fábrica ou pela série de e-mails a poetas amigos, essa é uma canção que nasce do risco – sua melodia acompanha o leitor pelas ruas, captando a multiplicidade de imagens, ruídos e rostos, celebrando a velocidade e a voracidade, a melancolia e o amor que insiste e resiste – como, em suma, a própria poesia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A canção do vendedor de pipocas”, de Fabiano Calixto, publicado pela editora 7Letras, em 2013 e com 134 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 7Letras
Páginas: 134
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8542100042
ISBN13: 9788542100044
Sobre a editora
Os livros da editora 7Letras convidam o leitor a um mergulho sensível e reflexivo, onde poesia e prosa se entrelaçam para explorar o humano em suas múltiplas dimensões. A experiência de leitura é marcada por narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, com um tom que pode variar do lírico ao ensaístico, sempre com linguagem acessível e muitas vezes experimental. O catálogo revela uma atenção especial à poesia contemporânea que dialoga com o cotidiano, o tempo e a memória, além de obras que investigam temas como filosofia, psicanálise e história cultural brasileira. Há também espaço para contos que exploram a vida urbana e suas tensões, assim como para estudos críticos que ampliam o entendimento das artes e das letras.
