
Título: A Candidata Que Virou Picolé
Autor: Palmério Dória
Sinopse: Este livro relata sobre o vôo surpreendente, nas pesquisas eleitorais, da então pré-candidata do PFL à presidência da República, Roseana Sarney, e também explicações sobre a sua queda. Por que subiu? Por que caiu? No livro, que nasceu de uma reportagem, Palmério Dória reúne dezenas de depoimentos. E fala também de suas andanças pelo Maranhão recolhendo informações sobre os quase quarenta anos da chamada oligarquia Sarney à frente do governo do Estado. . Um mini-perfil de Roseana, extraído do livro de Palmério Dória. “Os humildes são cativados pelo sorriso bonito. Embora se pareça muito com o pai, no rosto ovalado e até na voz, é uma mulher muito sensual. Os eleitores gostavam de pegar nos seus cabelos na campanha de 1994, quando ela soltava, de propósito, as então longas melenas. Toca (mal) um violão, canta com alguma afinação e desfila na escola Flor do Samba, que neste Carnaval teve José Sarney como tema do samba-enredo.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Candidata Que Virou Picolé”, de Palmério Dória, publicado pela editora Casa Amarela, em 2002 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa Amarela
Páginas: 112
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.
