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A CARTA ROUBADA: Adaptação de Rosa Moya

Título: A CARTA ROUBADA: Adaptação de Rosa Moya

Autor: Edgar Allan Poe

Sinopse: Neste conto policial de Edgar Allan Poe, narrado em primeira pessoa, um delegado busca com muita avidez a ajuda de Dupin, por saber que este é muito bom em deduzir acertadamente os resultados de vários casos. O delegado diz a Dupin para ajudá-lo no caso do roubo de uma carta feito por certo ministro. Tal carta em posse deste ministro o daria muito poder para chantagear a vontade muitas figuras do governo de Paris, e o caso havia sido mantido em segredo até então, pois se tratava de uma figura pública envolvida nele. Em A carta roubada, o investigador Chevalier C. Auguste Dupin precisa decifrar um mistério: quem teria roubado a valiosa carta do ministro D.? Intrigas políticas e alta sociedade, um ministro ladrão, um policial incansável e um investigador que sabe raciocinar com uma lógica diferente são os personagens desta clássica obra de Edgar Allan Poe. [Sobre o Autor]: Edgar Allan Poe é considerado, ao lado de Júlio Verne, um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica modernas. Algumas de suas novelas, como A carta roubada, Os crimes da rua Morgue e O mistério de Maria Roget figuram entre as primeiras obras reconhecidas como policiais, e, de acordo com muitos, marcam o início da verdadeira literatura norte-americana.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A CARTA ROUBADA: Adaptação de Rosa Moya”, de Edgar Allan Poe, publicado pela editora Panda Books / Mr Bens, em 2011 e com 36 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Panda Books / Mr Bens

Páginas: 36

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8564422069

ISBN13: 9788564422063

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Edgar Allan Poe conduz o leitor a um universo onde o suspense se mistura com o psicológico e o gótico, criando atmosferas densas e opressivas que prendem a atenção. A prosa varia entre o detalhismo quase claustrofóbico e momentos de narrativa ágil, sempre com uma tensão crescente que explora os limites da sanidade, da morte e do mistério. Em muitas histórias, o foco está na mente perturbada dos personagens, revelando conflitos internos profundos e obsessões que desafiam a razão. Há também contos que se destacam pela construção meticulosa de enigmas e pela lógica dedutiva, inaugurando o gênero policial. Além disso, a obra inclui narrativas de aventura e relatos de viagem que combinam terror e sátira, mostrando uma diversidade de temas e tons. Essa variedade faz com que o catálogo ofereça desde histórias sombrias e introspectivas até relatos de investigação e humor ácido.

    Ver mais sobre o autor

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