
Título: A Causalidade Diabólica I
Autor: Leon Poliakov
Sinopse: Causalidade Diabólica'''' I e II são consistentes estudos acerca da histórica necessidade de eleger bodes expiatórios como justificativas simplistas e apaixonadas, que são facilmente absorvidas e adotadas por grupos de pessoas dominantes. São as explicações ''''diabólicas'''', que apontam outros grupos, principalmente os judeus, como responsáveis por eventos pelos quais se lamenta, tais como epidemias, guerras, desastres etc. No primeiro volume, o problema é tratado de maneira mais geral no âmbito dos grandes movimentos ideológicos - das grandes revoluções. O segundo se atém mais à Revolução de Outubro de 1917, encontrando, desde o início da história russa, o germe das explicações conspiratórias e observando a evolução deste conceito neste país através dos tempos.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “A Causalidade Diabólica I”, de Leon Poliakov, publicado pela editora Perspectiva, em 1991 e com 196 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Perspectiva
Páginas: 196
Ano: 1991
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852730046X
ISBN13: 9788527300469
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
