
Título: A Chama de Adrião Blávio
Autor: Joana M Lopes
Sinopse: Adrião Blávio, um solitário vigilante nocturno de um museu de arte, fica misteriosamente paralisado, passando a viver isolado num quarto de hospital. É neste espaço de confinamento que descobre a existência de uma mulher chamada Lázara, vítima da mesma estranha enfermidade. A partir dessa descoberta começa a sonhar e a ouvir a voz dessa mulher, com quem passa a conversar e por quem se apaixona. A expectativa da salvação das garras da doença, os sonhos e planos para um futuro partilhado com Lázara, são as janelas de liberdade que Adrião usa para suportar os seus dias de imobilidade e solidão. Através de memórias fragmentadas e pensamentos dispersos, que aparecem como peças aleatórias de um puzzle, desvenda-se gradualmente quem era este homem, antes da doença. Por fim, quando a desejada salvação chega, todas as peças dispersas se agrupam, revelando a verdadeira face de Adrião Blávio e até onde pode chegar a chama do seu amor ou o incêndio da sua loucura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Chama de Adrião Blávio”, de Joana M Lopes, publicado pela editora Alêtheia Editores, em 2020 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alêtheia Editores
Páginas: 120
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9898906650
ISBN13: 9789898906656
Sobre a editora
Os livros da editora Alêtheia Editores convidam a uma imersão em narrativas que exploram a complexidade da história, da memória e da condição humana. Seu catálogo revela uma predileção por textos que mesclam biografia, romance histórico e ensaio, sempre com um olhar atento às contradições e dilemas pessoais e sociais. A leitura costuma apresentar um ritmo que varia entre o reflexivo e o tenso, com personagens que enfrentam conflitos internos e externos em cenários que vão da Europa do século XVIII a episódios marcantes do século XX. Há uma atenção especial à voz individual diante de grandes eventos, seja na intimidade de uma corte, na luta política ou na busca por identidade.
