
Título: A cidade comunista ideal
Autor: I. Lezava
Sinopse: Como seria uma cidade comunista ideal? De que modo ficariam dispostas as casas, as instituições, as áreas públicas, segundo uma concepção comunista? Qual seria o resultado da transposição arquitetônica de um conceito tão amplo e complexo como o comunismo? Em suma: se o comunismo fosse uma cidade, como ela seria? Os autores deste livro — jovens arquitetos sovietes — respondem a esta pergunta em pormenores, traçando cada rua, cada espaço da cidade comunista ideal com base em suas pesquisas inovadoras, nada acadêmicas e totalmente pautadas pelos ideais do Partido. Trata-se aqui, portanto, da visão comunista da questão, exposta e defendida por seus autores comunistas. Ao olhar para o planejamento de uma cidade comunista ideal, quais semelhanças podemos identificar com as nossas próprias cidades de hoje, num Ocidente que, em tese, estaria livre do comunismo? Terá essa parte do globo se livrado mesmo dessa ideologia política ou ela continuaria presente de modo urbanístico e arquitetônico, no modo com as nossas ruas e praças estão dispostas?
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “A cidade comunista ideal”, de I. Lezava, publicado pela editora Vide Editorial, em 2024 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Vide Editorial
Páginas: 136
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8595072493
ISBN13: 9788595072497
Sobre a editora
Os livros da editora VIDE EDITORIAL convidam o leitor a um mergulho denso em temas que transitam entre filosofia, história e política, com uma abordagem que privilegia análises críticas e detalhadas. A experiência de leitura tende a ser marcada por textos que exploram conflitos ideológicos, debates intelectuais e revisões históricas, muitas vezes com tom argumentativo e ritmo reflexivo. O catálogo sugere uma predileção por obras que discutem o poder, a ideologia e as narrativas culturais, apresentando tanto exposições rigorosas quanto ensaios que desafiam visões consolidadas. Há livros que propõem uma leitura estratégica e profunda, enquanto outros adotam um formato mais ensaístico e discursivo, contemplando desde a filosofia clássica até temas contemporâneos de geopolítica e cultura.
