
Título: A Cidade Morria Devagar: O Romance de uma Cooperativa
Autor: André Carvalho
Sinopse: André Carvalho escreveu esta saga da Cooperativa de São Roque de Minas com sabor inesquecível e profundo respeito pelo cooperativismo, forma de coexistência que nasceu quando os nossos mais remotos antepassados desceram das árvores e começaram a lutar pela sobrevivência. Aí começou o cooperativismo, que esteve e está presente em todas as sociedades. Mesmo assim, levou milhares de anos para ser entronizado como doutrina nos meados do século 19, na Inglaterra. Daí, espalhou-se pelo mundo, chegando ao Brasil por volta de 1880, e veio crescendo lentamente, até encontrar em João Leite, o tímido e sonhador agrônomo de São Roque de Minas, um de seus mais fervorosos, ardentes e audazes adeptos. É a história desse homem, da sua terra e do seu povo, que André Carvalho conta, após dias e dias de gravações com seus personagens.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Cidade Morria Devagar: O Romance de uma Cooperativa”, de André Carvalho, publicado pela editora Armazém de Ideias, em 2004 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Armazém de Ideias
Páginas: 304
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576370085
ISBN13: 9788576370086
Sobre a editora
Os livros da editora Armazém de Idéias apresentam uma variedade que transita entre textos técnicos e narrativas ficcionais, sempre com um olhar atento à realidade social e cultural brasileira. É comum encontrar obras que exploram temas jurídicos e de segurança pública com linguagem acessível, ao lado de histórias que se aprofundam em trajetórias pessoais e coletivas, muitas vezes ambientadas em contextos urbanos ou regionais marcantes. O tom varia do didático ao emotivo, com algumas obras trazendo um ritmo mais denso e reflexivo, enquanto outras adotam um estilo mais direto e envolvente. Esse contraste sugere um catálogo que não se prende a um único gênero, mas privilegia o conteúdo que provoca reflexão sobre o indivíduo e a sociedade.
