
Título: A cigarra de papel
Autor: Eliza Morenno
Sinopse: A jovem Eliza Morenno retorna à poesia com este belo A Cigarra de papel. Trata-se de uma seleta que traduz a leveza da palavra versificada, algo tão necessário nesses dias duros e pesados. O leitor vai colher neste livro um conjunto de cenas, movimentos e sensações típico de uma dicção que busca um sentido para o desdito. Como está explícito no poema "arame": "há muito quis falar de coisas tortas/dessas que se escondem nas gargantas" Trata-se de um eu-lírico que transcende a subjetividade própria dessa função no engendramento da poesia e parte em busca do outro. Nessa caminhada, Eliza explora o mix da sua jornada poética: "nordeste inca nas ruas da lapa/sangrando tupi-guarani/europa nômade em pele de manhattan". E, à maneira de Cecília Meireles, a poeta anda à procura de espaço para o desenho da vida, não como uma nefelibata, mas ciente das possibilidades líricas. Cigarra que é, há muito que Eliza Morenno canta, declama e interpreta a poesiapara diferentes públicos. E todos agora poderão guardar e partilhar o olhar dessa poeta sobre o mundo: "tenho triste na pele a cor/ mas vou me distrair/com a janela". Henrique Rodrigues, escitor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A cigarra de papel”, de Eliza Morenno, publicado pela editora Verve, em 2016 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Verve
Páginas: 112
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788566031850
Sobre a editora
Os livros da editora Verve costumam explorar narrativas densas, muitas vezes marcadas por conflitos internos e dilemas morais que atravessam personagens em situações extremas, como chantagens, pactos sombrios e crises existenciais. O catálogo apresenta uma variedade de estilos, que vão do suspense psicológico à poesia intimista, passando por crônicas e relatos de vida, criando um contraste entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo e contemplativo. A linguagem tende a ser direta, mas não desprovida de profundidade, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas carregadas de tensão ou delicadeza, dependendo do tema abordado. A diversidade de temas inclui desde dramas pessoais e sociais até investigações filosóficas e culturais, o que evidencia um olhar atento às complexidades humanas e seus múltiplos desdobramentos.
