
Título: A Cobra que não Sabia Cobrar
Autor: Miguel Sanches Neto
Sinopse: Em linguagem poética, a história criada por Miguel Sanches Neto coloca a criança em contato com o uso especial do código linguístico – exploração do som, da melodia, das rimas, do ritmo, das aliterações e dos símbolos. Esse jogo verbal tece a história de uma simpática e generosa cobrinha. Desde cedo, a cobra/ sempre foi muito boa./ Emprestava sua bola,/ dava cola na escola/ carregava na sacola/ um monte de chiclete/ pra dar pras serventes. É casada agora,/ mas continua a mesma cobra./ Há sempre uma vizinha/ querendo uma dose/ de veneno de cobra/ ou vizinho pedindo uns cobres./ E Dona Cobra tudo dá,/ sem nem se incomodar. À tarde, seu marido/ sempre chega uma cobra. A solidariedade, o desprendimento e a amizade vividos por Dona Cobra podem também ser vivenciados no mundo dos homens para uma convivência mais harmoniosa.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Cobra que não Sabia Cobrar”, de Miguel Sanches Neto, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 20 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 20
Ano: 2006
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526011227
ISBN13: 9788526011229
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
