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A coisa mais próxima da vida

Título: A coisa mais próxima da vida

Autor: James Wood

Sinopse: O mais influente crítico literário do mundo analisa o modo como se tornou leitor e como a ficção é uma outra (estranha) forma de vida. Criado numa família profundamente religiosa, James Wood desde cedo se descobriu ateu. As perguntas que fazia sobre a vida e a morte eram desencorajadas. As únicas respostas que obtinha soavam-lhe a esoterismos e mentiras. E deram-lhe um pretexto para se tornar, também ele, «um mentiroso formidável, o melhor que conheço, praticante e crónico». A literatura permitiu-lhe encontrar o escape para esses hábitos de dissimulação. Neste ensaio tocante sobre o sortilégio da leitura, um leitor apaixonado expõe o modo como a ficção pode aumentar-nos e fazer de cada um nós observadores empenhados do mundo que nos rodeia. A ficção é o espaço de liberdade onde se pode falar verdade a mentir. Um território de exílio voluntário, lugar de crença sem religião. Nela, o leitor faz suas vidas alheias que de outro modo não viveria. Multiplica-se, porque as histórias produzem histórias.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A coisa mais próxima da vida”, de James Wood, publicado pela editora Zigurate, em 2024 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Zigurate

Páginas: 120

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9789899216020

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de James Wood oferece um mergulho atento e reflexivo na arte da ficção e na experiência do leitor. Sua prosa combina rigor intelectual com um tom acessível, criando uma tensão produtiva entre análise detalhada e paixão pela literatura. O ritmo varia entre ensaios densos, que exploram os mecanismos da narrativa, e relatos mais íntimos que investigam a relação pessoal com a leitura e a criação literária. A experiência convida o leitor a questionar o que torna um personagem convincente, o papel do detalhe na construção da verossimilhança e a natureza do real na ficção. Há também uma dimensão emocional, especialmente quando examina famílias e conflitos pessoais, que se desdobra com sutileza e humor contido. Em meio a essa diversidade, os livros de James Wood mantêm um foco constante na potência da literatura como forma de vida e como espaço de liberdade criativa.

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