
Título: A comunicação do oprimido e outros ensaios
Autor: Eduardo Granja Coutinho
Sinopse: O livro reúne 11 ensaios de Eduardo G. Coutinho, doutor em Comunicação e Cultura e professor da UFRJ. Coutinho propõe uma reflexão que, baseada em autores como Antonio Grasmci e György Lukács, aponta para o papel da cultura popular nas disputas de classe pela hegemonia. Como aponta Muniz Sodré, na quarta capa: “Talvez por excesso de ‘culturalismo’, a maior parte da crítica atual de cultura ressente-se da ausência de política no sentido pleno da palavra. Os textos de Eduardo Granja Coutinho neste volume trafegam ao contrário da maré, buscando por trás das enganosas transparências elementos ideológicos para um acerto de contas com o sentido e com a História. E isto se cumpre em português claro, sem cambalacho, numa relação de alegre respeito para com a língua”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A comunicação do oprimido e outros ensaios”, de Eduardo Granja Coutinho, publicado pela editora Mórula Editorial, em 2014 e com 179 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mórula Editorial
Páginas: 179
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788565679251
Sobre a editora
Os livros da editora Mórula Editorial trazem um diálogo intenso entre cultura, política e memória, frequentemente ancorados em pesquisas acadêmicas e perspectivas críticas sobre a realidade brasileira. A leitura desses títulos costuma exigir atenção a temas densos, como direitos humanos, violência estatal e questões sociais contemporâneas, mas também se abre para abordagens mais poéticas e artísticas, como o teatro de sombras e narrativas visuais ligadas à música. O catálogo revela uma pluralidade entre obras que investigam processos históricos e sociais com rigor documental e outras que exploram o improviso, o humor e a experiência estética, criando um contraste entre textos mais analíticos e outros de tom mais lírico ou experimental. A linguagem, em geral, é cuidadosa e reflexiva, com ritmo que pode variar do ensaio acadêmico ao relato sensível, sempre com um olhar atento às tensões políticas e culturais do país.
