
Título: A Confissão de Lúcio
Autor: Mário de Sá-Carneiro
Sinopse: Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) representa uma importante figura na história da literatura portuguesa, seja pelas suas propostas de uma poesia de semblante futurista, mas também intimista, seja pela forma com que sua narrativa de caráter surrealista é construída. Foi amigo muito próximo de Fernando Pessoa, o qual o introduziu no ciclo dos modernistas. O romance A confissão de Lúcio (1913) envereda pelo fantástico, retratando exemplarmente o então movimento de vanguarda que foi o Modernismo português. É a história de um triângulo amoroso, composto por Lúcio, Marta e Ricardo, apresentada segundo o figurino do romance policial inspirado nas novelas de Edgar Allan Poe.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Confissão de Lúcio”, de Mário de Sá-Carneiro, publicado pela editora Martin Claret, em 2009 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Martin Claret
Páginas: 144
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572327789
ISBN13: 9788572327787
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,120
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.
