
Título: A construção poética do real
Autor: Manuel Antonio Castro
Sinopse: Por que o título "A Construção Poética do Real?" A construção técnica do real não precisa ser enunciada porque está bem visível e entranhada em todos nós. Ela perfaz nossa vida desde que nascemos até que morremos. Todo o real hoje está determinado pela técnica. Tudo tem que ser técnico e científico. Dependemos da técnica e da ciência para muita coisa hoje. Não poderíamos viver, assim se pensa, sem muitas das conquistas científicas. E isso é verdade em parte. A técnica como conhecimento ocupa uma parte muito importante de possibilidades de realizarmos o que somos. Nesse sentido, a técnica e a ciência têm uma grande contribuição a dar no que diz respeito a muitos aspectos da vida em suas relações intramundanas: nas comunicações, na saúde, nos meios de ensino etc. etc. O desenvolvimeto técnico ajuda muito a preservar, a divulgar e a multiplicar as próprias criações artísticas. Porém, o técnico é como o "pharmakon" de que nos fala Platão: como remédio, tanto pode curar como matar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A construção poética do real”, de Manuel Antonio Castro, publicado pela editora 7 Letras, em 2004 e com 310 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 7 Letras
Páginas: 310
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575771558
ISBN13: 9788575771556
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
