
Título: A Contradição da Linguagem em Walter Benjamin
Autor: Paulo Rudi Schneider
Sinopse: Na aposta de que uma posição filosófica enquanto ponto focal determinante e subjacente esteja a determinar todo o percurso teórico de Walter Benjamin aparentemente em dispersão acelerada, a presente obra almeja indiciar, elucidar, apresentar e tematizar, num percurso meditativo e crítico imanente aos textos, a sua concepção de Filosofia como a contradição da linguagem. Tal posição filosófica vai bem mais além do que a mera assunção, discussão ou defesa de grupos de conceitos epistemológicos, dando a estes, exatamente por isso, as condições de um diálogo que não esteja pautado pelo desejo fundamental de competição e de eliminação mútuas. Mais do que apenas um verniz epistemológico sofisticado em favor de uma retórica de manutenção da Filosofia no ápice da cultura, ela permanece na retaguarda e em meio ao exercício da escuta, da notícia mútua em admiração e da organização concreta de inter-relações. Independentemente das aproximações com a arte, a Teologia, a História e a política, a Filosofia para Benjamin é um determinado âmbito de abstração reflexiva que se expressa numa postura de avaliação de autocompreensão como jeito de ser à medida que constantemente se dá conta e descobre a contradição da linguagem.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Contradição da Linguagem em Walter Benjamin”, de Paulo Rudi Schneider, publicado pela editora Unijuí, em 2008 e com 464 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Unijuí
Páginas: 464
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574296732
ISBN13: 9788574296739
Sobre a editora
Os livros da editora Unijuí trazem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, especialmente nas áreas de filosofia, educação e ciências sociais. Muitas obras exploram temas complexos como epistemologia, direitos humanos, educação intercultural e questões ambientais, sempre com um tom reflexivo e crítico que convida o leitor a aprofundar o pensamento. O catálogo sugere uma preferência por textos que dialogam com práticas pedagógicas, políticas públicas e problemáticas contemporâneas, apresentando tanto análises teóricas quanto aplicações práticas. O ritmo das obras tende a ser denso e contemplativo, com linguagem que privilegia a argumentação fundamentada e a construção cuidadosa de conceitos.
