
Título: A cortina. Ensaio em sete partes
Autor: Milan Kundera
Sinopse: Num amplo panorama da literatura ocidental, Milan Kundera reflete a respeito da arte do romance e sua contribuição para a investigação da existência humana. Em A cortina, Milan Kundera reflete sobre um de seus temas preferidos: a arte do romance. Partindo dos mestres fundadores do gênero literário na Europa, Rabelais e Cervantes, o autor de ,i>A insustentável leveza do ser analisa a produção de nomes como Flaubert, Kafka, Joyce, Musil, Broch e Gombrowicz, e estabelece continuidades históricas e diálogos inesperados ― por exemplo, com os latino-americanos García Márquez e Fuentes. Marcado pela originalidade e inteligência características de Kundera ― “porque é assim que um romancista teoriza: conservando com ciúme sua própria linguagem, e fugindo como da peste do jargão dos eruditos” ―, este livro é uma pequena obra-prima para todos aqueles que produzem, estudam ou simplesmente apreciam um bom romance.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “A cortina. Ensaio em sete partes”, de Milan Kundera, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2019 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 160
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786554250016
ISBN13: 9786554250016
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
