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A Costela de Adão

Título: A Costela de Adão

Autor: Isa Laxe

Sinopse: Adam (Spencer Tracy) e Amanda Bonner (Katharine Hepburn) formam um casal de advogados que terão que se enfrentar nos tribunais em lados opostos. O julgamento irá render muitas confusões e, o que parecia um casamento perfeito, poderá se tornar um inferno. Com esta trama, George Cukor dirige com seu renomado estilo "A Costela de Adão", que marcou época e foi também indicado ao Oscar de melhor roteiro original. Os dois vivem felizes com o que a vida lhes oferece quando chega um desafio que altera a tranqüilidade do casal de advogados. Quando os dois decidem atuar em lados opostos num julgamento em que a ré disparou contra o marido ao encontrá-lo com a amante, o convívio dos dois muda radicalmente. No início, marido e mulher mantêm as discussões durante o julgamento, mas em virtude da cobertura dada pela imprensa, o casal não expõe suas posições apenas no tribunal e isto gera algumas confusões. Fabulosa sátira que, graças à excepcional representação de Spencer Tracy e Katharine Hepburn, deixou este filme inesquecível. A película está cheia de diálogos incisivos, de tal modo representado pelos dois principais atores, que parecem ter sido improvisados no momento das filmagens. O filme ficou tão conhecido e teve uma aceitação tão grande no público comum que novas versões do filme foram feitas em 1956, filmada na Bulgária, e em 1989, encenada na Rússia. Em 1973, foi adaptado para uma série de treze episódios para a televisão com Ken Howard e Blythe Danner. Também recebeu uma versão colorizada artificialmente por computador. É uma comédia ágil e movimentada que aparenta ser um manifesto feminista, mas que cai em muitos tópicos e estereótipos machistas, como por exemplo a necessidade de demonstrar a fortaleza física da mulher, em uma das provas do júri, para merecer a igualdade com os homens. Ou a ridicularização do homem, o protagonista, como consequência dos avanços da mulher, a advogada de defesa. Mostra um valor positivo, como deixar em evidência a dupla moral patriarcal e o tratamento privilegiado que na prática se concedia nos tribunais de muitos países ao marido que "defende sua honra", assassinando sua esposa infiel. O filme ainda tem o luxo extra de uma canção especialmente composta por Cole Porter para a trama. Porter, também amigo de Katharine, fez a não tão memorável "Farewell Amanda". Em linhas gerais, o filme conta uma história até convencional, de luta entre os sexos, em que uma advogada e um promotor, casados e felizes, começam a brigar por causa de um caso de tentativa de homicídio causada por adultério. A personagem de Katharine defende o caso apaixonadamente, vendo-o como uma demonstração da parcialidade da lei em favor dos homens. Mas o roteiro recheia isso com muito humor e ironia, e a situação é encenada com três excelentes coadjuvantes. Tom Ewell é o marido enganador, Jean Hagen interpreta a amante burra, e Judy Holliday é a mulher traída, em atuação que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro. Holliday está hilária e rouba todas as cenas em que aparece, com as bênçãos de Katherine, que a admirava e generosamente pediu para que o diretor George Cukor a beneficiasse quando as duas contracenavam. A escolha de Judy Holliday para o papel de Doris foi considerada pelo presidente da Columbia Pictures, Harry Cohn, uma chance para ela recriar com sua performance no filme o sucesso que teve seu personagem na Broadway na peça Born Yesterday, de Garson Kanin. Com o lançamento de "A Costela de Adão" e a recepção positiva do público ao filme, Judy Holliday foi chamada para a versão para as telas de 1950 de Born Yesterday, "Nascida Ontem", papel pelo qual a atriz recebeu o Oscar da Academia como melhor atriz. Numa cena marcante do filme, o personagem de David Wayne, Kip Lurie, tenta seduzir Amanda e afastá-la de Adam, mostrando toda a sutileza da obra de Cukor. "Advogados nunca deveriam se casar com outros advogados. Aí acontece a procriação, quando nascem crianças idiotas e mais advogados"

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Costela de Adão”, de Isa Laxe, publicado pela editora Moderna, em 2009 e com 63 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Moderna

Páginas: 63

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Moderna costumam oferecer uma experiência de leitura que combina clareza e organização, especialmente voltada para o público escolar. O catálogo privilegia obras que promovem o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, com forte alinhamento à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Há um cuidado evidente em abordar conteúdos de forma interdisciplinar, valorizando tanto o protagonismo do aluno quanto a formação ética e cidadã. O tom das narrativas varia entre o didático e o literário, com algumas histórias infantis e juvenis que exploram temas sociais e emocionais de forma sensível. O ritmo dos textos é pensado para engajar estudantes, alternando entre atividades práticas e reflexões, com linguagem acessível e estimulante.

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