
Título: A Crooked Sixpence
Autor: Murray Sayle
Sinopse: One of the most distinguished journalists to have taken the boat from Australia, MURRAY SAYLE had started work as a copy boy with the Bulletin while still at Sydney University, later becoming a reporter for the Sydney Daily Telegraph and the Daily Mirror. In 1952 he moved to London where he worked in Fleet Street until 1956. At that time he decided it was time to do some serious thinking and light starving and get used to not having a job. He went to Paris and wrote his first novel. A CROOKED SIXPENCE, first published in 1960, was the result. From 1960 to 1973 he was a war correspondent for The Times and the Sunday Times, covering Vietnam, the Middle East, Northern Ireland, India-Pakistan and Bolivia. His journalistic scoops included interviews with Che Guevara and with Kim Philby. Then he moved to the Far East, becoming Asian Editor of Newsweek before moving to Japan as a freelance. He returned to Australia in 2004.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Crooked Sixpence”, de Murray Sayle, publicado pela editora Pickle Partners Publishing, em 2018 e com 217 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pickle Partners Publishing
Páginas: 217
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: eng
ISBN: 1789120705
ISBN13: 9781789120707
Sobre a editora
Os livros da editora Pickle Partners Publishing convidam o leitor a uma imersão em relatos históricos e biográficos densos, com foco em conflitos militares e figuras marcantes do passado. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom sóbrio e detalhado, onde o rigor documental se alia a narrativas que exploram tanto estratégias militares quanto experiências pessoais em contextos de guerra. O catálogo privilegia obras que combinam análise crítica com relatos de testemunhos diretos, muitas vezes permeados por uma linguagem clara e, por vezes, um humor seco. Há uma predominância de temas ligados a guerras, estratégias e personagens históricos, mas também espaço para abordagens artísticas e culturais que dialogam com a história.
