
Título: A Cruz: Formas e Simbolismo
Autor: Júlio Doin Vieira
Sinopse: A cruz é um dos símbolos mais antigos, que faz parte de diversas tradições em todo o mundo. Para alguns, ela é algo difícil de se carregar; para outros, é um elemento sagrado. No Ocidente, a cruz está diretamente relacionada à redenção espiritual, especialmente para a Filosofia Cristã. São muitas as formas e os simbolismos que permeiam a cruz, e, nesta obra, o leitor tomará contato com esse universo fascinante. Aqui são mostradas as origens da cruz e a sua presença em símbolos como o sinal da cruz, o Cruzeiro do Sul, o crucifixo, os quatro pontos cardeais, a cruz na aritmética, nas armas, nos brasões e nas bandeiras. Também são apresentados textos explicativos e figuras dos diversos tipos de cruz, como: Cruz Celta, Cruz Latina, Cruz Ansada ou Egípcia, Cruz de Malta, Cruz Fenícia ou Tao, Cruz Grega ou de Salomão, Cruz de Santo André, Cruz Teutônica, Cruz de Jerusalém, Cruz dos Cátaros, entre outras. Trata-se de um trabalho de rica iconografia, resultado de longos anos de pesquisa do autor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Cruz: Formas e Simbolismo”, de Júlio Doin Vieira, publicado pela editora Madras, em 2009 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Madras
Páginas: 192
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Madras costumam explorar temas ligados ao esoterismo, espiritualidade e autoconhecimento, muitas vezes com um tom didático e reflexivo que convida o leitor a uma jornada interior. A presença de obras que abordam desde práticas energéticas, como Reiki e Kundalini, até estudos sobre sociedades secretas e magia cerimonial, sugere um interesse editorial por conteúdos que mesclam tradição e mistério. O catálogo também inclui narrativas que transitam entre o romance espiritual e a análise histórica ou filosófica, criando um ritmo que varia do mais contemplativo ao mais investigativo. Em geral, a linguagem tende a ser acessível, ainda que trate de assuntos complexos, buscando aproximar tanto iniciantes quanto leitores já familiarizados com os temas.
