
Título: A Danca Dos Pica-Paus
Autor: Sidónio Muralha
Sinopse: Mais uma vez o poeta português Sidónio Muralha demonstra sua versatilidade em lidar com a riqueza das palavras, sua sonoridade, seu jogo simbólico. E em A dança dos pica-paus, cria, com muito humor, 36 poemas, um para cada animal – curió, gralha, onça, tangará, siriri e todos ilustrados pelos traços incomparáveis de Eva Furnari. Brinca flores/ um saí divertido/ de sete cores/ vestido./ Saia, saia das flores,/ por favor, saia daqui…/ E o saí-de-sete-cores/ sai saltitando das flores/ e responde: – já saí. De verso em verso, a criança conhece a força expressiva da palavra, da linguagem poética elaborada com rigor literário, e também conhece vários animais, suas características, seu hábitat. E mais: no final do livro há um glossário que dá informações precisas sobre todos eles. Sem dúvida, é um jeito gostoso de sentir a beleza do idioma e aprender sobre tantos animais.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Danca Dos Pica-Paus”, de Sidónio Muralha, publicado pela editora Global Editora, em 1997 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526005693
ISBN13: 9788526005693
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 26,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
