
Título: A Descoberta de África
Autor: Coquery-Vidrovitch Catherine
Sinopse: Descoberta de África: por quem e para quem? Estrangeiros, claro, Romanos, Árabes, Europeus, vindos para o continente à descoberta de um mundo para eles desconhecido, mas que até então havia bem vivido sem eles. São esses estrangeiros que fizeram os primeiros escritos sobre África, e a esse título os seus testemunhos permanecem inestimáveis. Uma colectânea de relatos escritos desde a Antiguidade até ao século XIX por exploradores, geógrafos, comerciantes e navegadores e que fornecem a primeira visão da África. Entre os autores antologiados figuram Gomes Eanes de Zurara, Cadamosto, Duarte Pacheco, João de Barros, Duarte Lopes, Pigafetta e Padre Baltasar Barreira, com alguns importantes relatos da Expansão portuguesa.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “A Descoberta de África”, de Coquery-Vidrovitch Catherine, publicado pela editora Edições 70, em 2004 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edições 70
Páginas: 192
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724412016
ISBN13: 9789724412016
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,13
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
