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A Ditadura da Dívida

Título: A Ditadura da Dívida

Autor: Bernardo Kucinski

Sinopse: Obra de Bernardo Kucinsk e Sue Branford

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Ditadura da Dívida”, de Bernardo Kucinski, publicado pela editora Brasiliense, em 1987 e com 233 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Brasiliense

Páginas: 233

Ano: 1987

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Bernardo Kucinski revela uma prosa que oscila entre o rigor seco e a densidade emocional, muitas vezes marcada por um tom sóbrio e direto. Seus textos costumam trazer à tona tensões históricas e pessoais, onde o passado e o presente se entrelaçam em narrativas que exploram memórias familiares, conflitos políticos e dilemas éticos. A experiência é tanto intelectual quanto afetiva, com personagens que enfrentam situações-limite e questionamentos profundos sobre justiça, verdade e identidade. O ritmo varia entre momentos de introspecção lenta e passagens carregadas de urgência, convidando o leitor a refletir sobre as marcas da história na vida cotidiana. Esse equilíbrio entre análise crítica e relato íntimo caracteriza os livros de Bernardo Kucinski e permite uma leitura que é ao mesmo tempo cerebral e comovente.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.

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