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A Elegância do Ouriço

Título: A Elegância do Ouriço

Autor: Muriel Barbery

Sinopse: À primeira vista, não se nota grande movimento no número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é chique, e os moradores são gente rica e tradicional. Para ingressar no prédio e poder conhecer seus personagens, com suas manias e segredos, será preciso infiltrar um agente ou uma agente ou - por que não? - duas agentes. É justamente o que faz Muriel Barbery em A elegância do ouriço, seu segundo romance. Para começar, dando voz a Renée, que parece ser a zeladora por excelência: baixota, ranzinza e sempre pronta a bater a porta na cara de alguém. Na verdade, uma observadora refinada, ora terna, ora ácida, e um personagem complexo, que apaga as pegadas para que ninguém adivinhe o que guarda na toca: um amor extremado às letras e às artes, sem as nódoas de classe e de esnobismo que mancham o perfil dos seus muitos patrões. E ainda há Paloma, a caçula da família Josse. O pai é um figurão da política, a mãe dondoca tem doutorado em letras, a irmã mais velha jura que é filósofa, mas Paloma conhece bem demais o verso e o reverso da vida familiar para engolir a história oficial. Tanto que se impõe um desafio terrível: ou descobre algum sentido para a vida, ou comete suicídio (seguido de incêndio) no seu aniversário de treze anos. Enquanto a data não chega, mantém duas séries de anotações pessoais e filosóficas: os Pensamentos profundos e o Diário do movimento do mundo, crônicas de suas experiências íntimas e também da vida no prédio. As vozes da garota e da zeladora, primeiro paralelas, depois entrelaçadas, vão desenhando uma espiral em que se misturam argumentos filosóficos, instantes de revelação estética, birras de classe e maldades adolescentes, poemas orientais e filmes blockbuster. As duas filósofas, Renée e Paloma, estão inteiramente entregues a esse ímpeto satírico e devastador, quando chega de mudança o bem-humorado Kakuro Ozu, senhor japonês com nome de cineasta que, sem alarde, saberá salvá-las tanto da mediocridade geral como dos próprios espinhos.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Elegância do Ouriço”, de Muriel Barbery, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2008 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 352

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535911774

ISBN13: 9788535911770

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,446
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Muriel Barbery é marcada por um contraste constante entre o visível e o oculto, o trivial e o profundo. Seus textos costumam se desenrolar em ambientes aparentemente comuns, como prédios burgueses ou cotidianos domésticos, onde personagens que parecem ordinários escondem uma riqueza interior inesperada. O ritmo alterna entre momentos contemplativos e passagens de humor sutil, com uma prosa que mistura delicadeza e ironia para revelar camadas da existência humana. A tensão nasce da luta interna dos personagens, muitas vezes jovens ou discretos, que enfrentam dilemas existenciais e questionam o sentido da vida, enquanto mantêm uma fachada de normalidade. Essa experiência de leitura convida o leitor a perceber o mundo com mais atenção e a valorizar as pequenas coisas, criando uma intimidade intelectual e emocional que permanece após a última página.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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