
Título: A Escola tem Futuro?
Autor: Marisa Vorraber Costa
Sinopse: A escola, no sentido em que a entendemos hoje - como uma instituição dedicada à educação de crianças e jovens -, surge por volta do século XV, integrada ao conjunto das transformações sociais, econômicas e culturais que assinalam a emergência do mundo moderno. Fundamental na constituição do próprio ethos da modernidade, ela tem sido um dos pilares do processo de transmissão e inculcação de condutas, normas e saberes que transformam crianças e jovens em seres educados, portadores das civilidades que habilitam a viver em um mundo que proclama almejar a ordem e a convivência harmoniosa, respaldado na supremacia da razão. Ao longo de aproximadamente quinhentos anos, o projeto escolar distanciou-se muito pouco do ideário em que se constituiu, e a escola do século XXI parece que ainda se mantém como uma instituição central na vida das sociedades e das pessoas. As entrevistas que compõem este livro mostram as nuances, os contrastes e certos confrontos entre diferentes formas de pensar e conceber a escola neste início de uma nova era.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Escola tem Futuro?”, de Marisa Vorraber Costa, publicado pela editora DP&A Editora, em 2008 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DP&A Editora
Páginas: 176
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788574902562
Sobre a editora
Os livros da editora DP&A Editora oferecem uma leitura que combina rigor acadêmico e reflexão crítica, frequentemente ancorada em temas sociais e educacionais contemporâneos. O catálogo privilegia obras densas, que exploram desde a história política e social do Brasil até debates atuais sobre educação, direitos humanos e globalização. A linguagem tende a ser analítica e fundamentada, com textos que dialogam com pesquisadores, educadores e profissionais interessados em compreender processos sociais complexos. Há uma atenção clara para o contexto brasileiro, mas também para conexões internacionais, especialmente em temas como neoliberalismo, políticas públicas e epistemologia. O ritmo dos textos é geralmente mais denso e reflexivo, exigindo do leitor uma postura ativa e crítica.
