
Título: A Escrava Açoriana
Autor: Pedro Almeida Maia
Sinopse: No ano da Graça de 1873, o mundo pertence aos homens que cospem para o chão. Açorada por partir, Rosário oculta-se num enorme capote e capucho negro, tal como a maioria das mulheres. É uma adolescente irreverente, do contra, e desafia todas as convenções masculinas: rouba, corre descalça, luta com os punhos e até beija em público. No final do dia, lê Camilo e reza o terço com a mãe. As Ilhas Adjacentes são um misto de encanto e de escassez, afasta- das do Reino e das promessas da Coroa. Os engajadores brasileiros aliciam os açorianos a viajar para o Império, com promessas de riqueza. A família de Rosário entrega tudo o que possui e embarca na escuridão. Mas a viagem no navio é calamitosa, uma nuvem de pessoas atoladas na própria imundície, e a chegada ao Rio de Janeiro oferece desafios inesperados. Rosário vive como uma escrava e vê o futuro esfumar-se. Perde o rumo, a virgindade e a esperança. Precisa de reagir, mas isso implica tornar-se uma pessoa totalmente diferente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Escrava Açoriana”, de Pedro Almeida Maia, publicado pela editora Cultura Editora, em 2022 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultura Editora
Páginas: 224
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789899096752
Sobre a editora
Os livros da editora cultura editora costumam explorar relações humanas marcadas por emoções intensas e conflitos internos, muitas vezes em contextos contemporâneos ou históricos que dão peso às escolhas dos personagens. A experiência de leitura combina narrativas pessoais, seja em romances que transitam entre a amizade e o amor, seja em relatos que abordam perdas e superações profundas, com um tom que varia do intimista ao dramático. O catálogo sugere uma atenção especial a personagens femininas complexas, cujas trajetórias envolvem desafios sociais, familiares ou emocionais, em ambientes que vão desde o cotidiano urbano até cenários históricos ou sociais mais distantes. Há ainda obras que trazem uma escrita direta e envolvente, com ritmo que pode ser tanto mais fluido e leve quanto denso e reflexivo, dependendo do tema.
