
Título: A escravidão em Aristóteles
Autor: Nedilso Lauro Brugnera
Sinopse: Em quatro capítulos bem estruturados e intimamente vinculados, Nedilso Lauro Brunera desenvolve, com maestria, o tema escravidão em Aristóteles. Inicia pela formação da polis grega, na qual o título de cidadão era reservado aos que participavam da atividade política (atividades práxica). Excluídos estavam, pois, os que se dedicavam às atividades poéticas (de subsistência), máxime os escravos, os quais, embora "homens", eram de todo dependentes do amo, por não possuírem faculdade deliberativa, e, portanto, incapazes de "eudaimonia". O escravo é elemento regido pelo amo, como o é o corpo pela alma. Brugnera mostra ser a escravidão, por natureza, uma suposição do estagirita, o que lhe mina pela base a pretensa solidez da teoria defendida. Em suma, Brugnera elaborou um trabalho original, em português, com linguagem escorreita e de grande profundidade filosófica.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A escravidão em Aristóteles”, de Nedilso Lauro Brugnera, publicado pela editora Edipucrs, em 1998 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edipucrs
Páginas: 120
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788574300115
Sobre a editora
Os livros da editora Edipucrs apresentam um perfil que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas que cruzam fronteiras disciplinares. A experiência de leitura varia entre obras que problematizam questões éticas e sociais, como o tratamento moral dos animais, e outras que abordam debates contemporâneos em educação, saúde, história e ciências humanas. O catálogo indica um interesse por textos que dialogam com o leitor atento, seja por meio de reflexões filosóficas, análises históricas ou propostas pedagógicas que valorizam a interdisciplinaridade. Em alguns casos, a linguagem é clara e evita jargões, facilitando o acesso a temas complexos, enquanto em outros o tom pode ser mais denso e detalhado, exigindo maior envolvimento do leitor.
