
Título: A Escrita da História e o Rei
Autor: Rafael Bassi
Sinopse: Neste livro problematiza-se a noção de histórias presente em duas obras produzidas nos séculos X e XI no Reino dos Francos: os Quatro Livros de História, de Richer de Reims, e os Cinco Livros de História, de Raoul Glaber. Ambos autores eram monges e viveram em espaços específicos de formação, que lhes deram as bases educacionais formativas para suas concepções de história neste período. Qual era a função da história? Como deveria ser a escrita da história? A partir de quais referências sobre os eventos passados? Havia um método para a escrita? Esses autores podem ser considerados historiadores? Essas são questões levantadas nesta pesquisa. A partir da ideia de que a escrita da história era feita de forma consciente por parte dos seus autores, o ato de historiar os eventos passados tem interesses diversos. Assim, também coloca-se a possibilidade desses relatos estarem interligados com interesses políticos no contexto de sua produção, partindo da análise da ascensão de Hugo Capeto ao trono do Reino dos Francos em 987.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Escrita da História e o Rei”, de Rafael Bassi, publicado pela editora Oikos, em 2014 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oikos
Páginas: 132
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8578434412
ISBN13: 9788578434410
Sobre a editora
Os livros da editora Oikos convidam o leitor a um mergulho em narrativas que transitam entre o histórico, o social e o espiritual, com um olhar atento às transformações culturais e políticas. O catálogo revela um interesse constante por temas ligados à história regional e nacional, especialmente no Rio Grande do Sul e no Brasil, com abordagens que valorizam a pesquisa detalhada e a comparação entre contextos. Além disso, há obras que exploram a fé e a espiritualidade sob perspectivas que estimulam questionamentos e reflexões, sem impor respostas prontas. A diversidade do acervo inclui também ficção com elementos fantásticos e jornadas pessoais, o que amplia o espectro de leitura para além do ensaio e da análise acadêmica. O tom das obras varia entre o didático e o narrativo, com textos que ora apresentam ritmo mais contemplativo, ora carregam tensão e aventura.
