
Título: A esperança cruza os mares
Autor: Teresinha Isabel Rihl Tregansin
Sinopse: Durante 123 anos, o povo polonês viveu um verdadeiro cativeiro em seu próprio país. Foi o período de dominação estrangeira, que varreu do mapa a Polônia. De 1795 a 1918, este país eslavo foi totalmente subjugado pela Rússia, Prússia e Áustria. Foi um longo e penoso período de dominação, em que os poloneses não administravam seu país, nem suas vidas, não podiam falara sua língua, nem dançar as suas danças, cantar suas canções e rezar em polonês. Foi durante esse período que ocorreu a emigração: primeiro, os poloneses se deslocavam para países europeus, na expectativa e esperança de retornar em breve para seu país, então liberto do jugo estrangeiro. Isto não se concretizou. Depois, também devido à propaganda imigratória, eles se deslocaram para outros países, inclusive o Brasil. É neste contexto que a escritora situa inicialmente sua história. A seguir, a autora adentra as dificuldades da travessia do oceano e da viagem por terra até o destino - as terras de São Marcos. Neste percurso, refere a situação dramática enfrentada pelas famílias polonesas, em razão das mortes no barracão dos imigrantes, lamentável fato ocorrido entre dezembro de 1890 e fevereiro de 1891, na Vila de Santa Teresa de Caxias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A esperança cruza os mares”, de Teresinha Isabel Rihl Tregansin, publicado pela editora Quatrilho, em 2015 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quatrilho
Páginas: 120
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788581742571
Sobre a editora
Os livros da editora Quatrilho convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o íntimo e o social, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e coletivos em ambientes urbanos e existenciais. O catálogo traz obras que mesclam um tom reflexivo e, por vezes, tenso, com momentos de leveza e humor, como na descrição de espaços emblemáticos ou na construção de personagens multifacetados. Há uma presença constante de conflitos internos, questionamentos morais e trajetórias que desafiam a identidade, permeados por estilos narrativos que vão do direto e cru ao poético e lírico. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza tanto a profundidade psicológica quanto a experimentação formal.
