
Título: A estátua e a bailarina
Autor: José Ângelo Gaiarsa
Sinopse: Baseando-se na dialética entre as figura da estátua – rígida, imóvel, perene – e da bailarina – flexível, espontânea, criativa –, J. A. Gaiarsa escreveu um de seus livros mais fundamentais. Neste ensaio, que apresenta conhecimentos da fisiologia, da neuroanatomia, da mecânica, da cinesiologia, da motricidade e de diversas linhas psicoterápicas, o autor põe o corpo num lugar que sempre lhe foi negado: o de configurador – e por vezes desestabilizador – da personalidade humana. Obra fundamental para terapeutas corporais, educadores somáticos, psicólogos, fisioterapeutas, bailarinos, profissionais de educação física e todos aqueles que se interessam pelo comportamento humano.
Contexto da obra
Na área de Ciências, livros como este costumam ganhar relevância por seu papel informativo e formativo. “A estátua e a bailarina”, de José Ângelo Gaiarsa, publicado pela editora Editora Ágora, em 2021 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ciências. Na prática, isso ajuda a situar melhor a obra entre leitura formativa, consulta e apoio ao estudo.
Editora: Editora Ágora
Páginas: 336
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571832986
ISBN13: 9788571832985
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,396
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Ágora costumam oferecer uma leitura que mescla rigor teórico e acessibilidade, especialmente em temas ligados à psicologia, psicoterapia e relações humanas. Muitas obras exploram o psicodrama e suas aplicações práticas, revelando tanto aspectos históricos quanto estudos de caso clínicos, o que cria um ambiente de reflexão profunda e aplicada. O tom é, em geral, didático e cuidadoso, com textos que dialogam tanto com profissionais da saúde mental quanto com leitores interessados em autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Além disso, o catálogo apresenta títulos que abordam questões contemporâneas como luto, envelhecimento, comunicação não violenta e vícios, sempre com uma linguagem que busca ser clara e acolhedora.
