
Título: A estratégia de Lilith
Autor: Alex Antunes & Sish
Sinopse: Um jornalista é demitido de seu emprego e de seu relacionamento com a chefe e amante. Até aí, seria um romance sobre as crises, a financeira e a afetiva, que corroem nossos dias. Seria, mas nosso personagem (que leva o nome do autor do livro, Alex Antunes) se embrenha em seguida em inusitados universos urbanos - o da prostituição e o dos rituais neo-xamânicos de transe. Em busca das respostas para suas angústias, ele desperta uma voz feminina que passa a aconselhá-lo. E, de quebra, desestrutura completamente seu modo masculino e oportunista de ver o mundo, levando-o a procurar outro tipo de compromisso, mágico e espiritual. Sish, a outra autora do livro, vem a ser essa voz. Um espírito? Uma entidade? Um arquétipo? Um alter ego?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A estratégia de Lilith”, de Alex Antunes & Sish, publicado pela editora Conrad, em 2001 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 224
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8587193422
ISBN13: 9788587193421
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
