
Título: A Eterna Despedida da Modernidade. Da Subjetividade à Intersubjetividade
Autor: Zionel Santana
Sinopse: A eterna despedida da Modernidade. O leitor já se deparou com essa temática em situações diversas. Discussão presente nos círculos universitários, em conversas com seus amigos e até mesmo em um bate-papo despretensioso em uma festa. São muitas as abordagens sobre essa questão. Este livro aborda um dos ensaios presentes na teoria da Ação Comunicativa de Jürgen Habermas, como uma possibilidade da despedida da modernidade. O autor acredita que o paradigma da linguagem responderia melhor à despedida da modernidade, com a introdução do paradigma da intersubjetividade. São argumentos em sua obra, de maior envergadura, que orientam os sujeitos linguísticos reiterados no agir, voltados ao entendimento e à Pragmática da razão, bem como à possibilidade de encaminhar o agir em favor de uma transcendência linguística de entendimento.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “A Eterna Despedida da Modernidade. Da Subjetividade à Intersubjetividade”, de Zionel Santana, publicado pela editora Appris Editora, em 2018 e com 249 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Appris Editora
Páginas: 249
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547310398
ISBN13: 9788547310394
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
