
Título: A experiência demoníaca
Autor: Ernest de Gengenbach
Sinopse: Dois rostos da mesma realidade, passado e futuro, CÉU e INFERNO, início e fim. Na sua b(arca) passamos da face aparente das coisas à face escondida a que muito poucos têm acesso. E assim navegamos sem nos perdermos, sobre as águas da indiferença e do caos. No fim da viagem, com as suas chaves abre-nos a porta da sua terceira (verdadeira) face: a do eterno presente. ´Do seminário ao surrealismo, do satanismo à gastronomia, de MARITAIN a JOSÉPHINE BAKER, as múltiplas faces de uma existência atribulada: a de ERNEST GENGENBACH, poeta, apóstata e personagem mundano. Um jogo de reflexos em torno de nomes como ANDRÉ BRETON, JEAN COCTEAU, PAUL ÉLUARD, ROBERT DESNOS, OLIVIER MESSIAEN, ANTONIN ARTAUD, SIMONE DE BEAUVOIR, JEAN-PAUL SARTRE, HENRY MILLER. Os limites equívocos das dimensões ocultas da existência e do charlatanismo` .
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A experiência demoníaca”, de Ernest de Gengenbach, publicado pela editora Vega, em 1976 e com 162 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vega
Páginas: 162
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vega oferecem uma leitura que transita entre o rigor histórico e a reflexão filosófica, com narrativas que exploram tanto acontecimentos políticos complexos quanto questões culturais e literárias. O catálogo privilegia textos densos, como traduções diretas de clássicos e análises críticas, ao lado de relatos biográficos e históricos que desvendam episódios pouco conhecidos da política e da sociedade. O ritmo varia entre obras de leitura mais pausada e densa, e outras que apresentam capítulos curtos e envolventes, criando um equilíbrio entre profundidade e acessibilidade. A linguagem tende a ser cuidadosa e precisa, destinada a leitores que buscam compreensão detalhada, seja em temas políticos, filosóficos ou literários. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente por temas de poder, memória e identidade cultural, que se manifestam tanto em ensaios quanto em narrativas ficcionais e documentais.
