
Título: A experiência do trabalho e a educação básica
Autor: Gaudêncio Frigotto, Maria Ciavatta (orgs.)
Sinopse: Convida os educadores/trabalhadores a um duplo movimento: crítica do reducionismo do trabalho como emprego e sua compreensão na relação com a produção da vida. Superar a visão meramente economicista do trabalho significa pensá-lo a partir dos sujeitos sociais que experimentam suas relações produtivas determinadas como necessidades e interesses e como antagonismos, e, em seguida, tratam essa experiência em sua consciência e cultura. Por meio do trabalho, homens e mulheres refazem, continuamente, sua própria natureza. Foi com essa preocupação central que os docentes pesquisadores vinculados ao Núcleo de Estudos, Documentação e Dados sobre Trabalho e Educação (NEDDATE) produziram este livro.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “A experiência do trabalho e a educação básica”, de Gaudêncio Frigotto, Maria Ciavatta (orgs.), publicado pela editora Lamparina, em 2010 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Lamparina
Páginas: 136
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788598271736
Sobre a editora
Os livros da editora LAMPARINA apresentam um diálogo intenso com temas ligados à educação, direitos humanos e questões sociais contemporâneas, frequentemente explorados por meio de estudos de caso, análises críticas e relatos de experiências. A leitura desses textos convida o leitor a refletir sobre a formação docente, as práticas escolares e as dinâmicas sociais que permeiam a educação pública no Brasil, com atenção especial à diversidade cultural e às desigualdades. O tom predominante é analítico e comprometido, com narrativas que mesclam pesquisa acadêmica e proposições concretas para transformação social. O catálogo da LAMPARINA é marcado por obras que, em sua maioria, privilegiam abordagens críticas e reflexivas, com ritmo que varia entre o ensaístico e o documental.
