
Título: A Exposição Universal De 1889 Em Paris
Autor: Heloisa Barbuy
Sinopse: Este livro aborda um ângulo novo de uma das exposições universais mais estudadas, a de Paris em 1889 - seu caráter de fenômeno visual. As fontes exploradas (e cuja produção é analisada) são, principalmente, a abundante iconografia impressa, difundida por jornais, guias e crônicas. A problemática central está inserida no quadro das práticas e representações da visão e da visualidade na sociedade industrial. Destaca-se o potencial dos vetores visuais para os propósitos pedagógicos dessa sociedade, aí incluída a questão do museu. São debatidas questões como a organização museográfica da Exposição, as vistas aéreas (balões, Torre Eiffel), o panorama como instalação técnica, as vistas panorâmicas e os espetáculos noturnos.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “A Exposição Universal De 1889 Em Paris”, de Heloisa Barbuy, publicado pela editora LOYOLA, em 1999 e com 156 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: LOYOLA
Páginas: 156
Ano: 1999
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515019264
ISBN13: 9788515019267
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
