
Título: A fábrica das desfeituras
Autor: Gilvair Messias
Sinopse: Rico em referências, o poeta Gilvair Messias mostra que bebeu de muitas fontes para construir seu próprio estilo, que é rico daqueles elementos próprios ao texto poético – como a polissemia, as aliterações, o ritmo. Mas além da forma, há um ser perplexo diante do mundo, quando se pergunta “O que direi do que não senti? Não sou dado ao raciocínio exato” (Ignorância); e totalmente absorvido pela recriação desse mesmo mundo incompreensível, através da arte poética que, na minha apreciação, tem seu ponto alto nos versos “Havia um grão de menino no meio da praia/ E dentro do menino havia a praia/ E na praia, o vazio do mundo/ E, no mundo, a miudeza de um menino" (O mundo num grão de areia). [...] Gilvair Messias é teólogo e o sagrado se lhe revela em tudo à volta. [...] Livro de estreia, sim, mas que nasce maduro. Ou seria melhor dizer, que nasce pronto a se desfazer, a ser refeito por outros olhares poéticos. [Por Marco Túlio Costa]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A fábrica das desfeituras”, de Gilvair Messias, publicado pela editora Editora Penalux, em 2019 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 150
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334594
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
