
Título: A Falta que Ama
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Sinopse: Publicado em 1968, A falta que ama aprofunda questões que sempre marcaram a obra poética de Carlos Drummond de Andrade: afetos, memória e observações sobre a realidade brasileira. “Eternidade:/ os morituros te saúdam.”, escreve o mineiro em “Discurso”, poema que abre o volume. A um só tempo desencantada e sardônica, essa abordagem da finitude perpassa o livro inteiro, da forma mais drummondiana possível, com leveza e profundidade. Com posfácio de Marlene de Castro Correia, esta edição de A falta que ama conta com caderno de imagens e bibliografia recomendada para aqueles que quiserem mergulhar mais fundo na obra de um de nossos maiores poetas.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “A Falta que Ama”, de Carlos Drummond de Andrade, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2015 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 88
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535925708
ISBN13: 9788535925708
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,139
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
