
Título: A Família Manzoni
Autor: Natalia Ginzburg
Sinopse: Alessandro Manzoni escreveu um dos grandes clássicos da literatura italiana, o romance histórico Os noivos, de 1840. Viveu 88 anos, foi pai de família dedicado e católico de primeira linha. A primeira mulher, Enrichetta, lhe deu nove filhos. Tudo isso num cenário em que a radicalização das questões nacionais sacudia a Itália. Natalia Ginzburg, uma das principais narradoras italianas do século vinte, escolheu um ponto de vista nada épico para contar a história dos Manzoni. E o fez com sua linguagem áspera, no mesmo ritmo plano que esconde, na verdade, uma poesia secreta. A família Manzoni, publicado em 1983, é um romance montado a partir de cartas e relatos históricos. Um mergulho no universo de uma família, belo e profundo em toda a sua humanidade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Família Manzoni”, de Natalia Ginzburg, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 496
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853592910X
ISBN13: 9788535929102
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,640
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
