
Título: A Febre das Tulipas
Autor: Deborah Moggach
Sinopse: Amesterdão, início do século XVII. Sophia tem 24 anos e está casada com o velho Cornelis Sandvoort, que espera que ela lhe dê o herdeiro por que tanto anseia desde que perdeu a primeira mulher e os dois filhos. Mas a bela Sophia não o ama nem é feliz, e só aceitou casar com ele para salvar a família da miséria. Sente-se aprisionada naquela casa enorme, rodeada de riquezas provenientes do comércio de especiarias a que o marido se dedica, e tendo como única companheira e confidente a criada, Maria. Porém, tudo muda quando Cornelis decide contratar o jovem e talentoso Jan Van Loos para lhes pintar o retrato. Sophia e o pintor apaixonam-se desesperadamente um pelo outro e decidem pôr em prática um plano para enganar Cornelis. Mas o seu primeiro obstáculo é a falta de dinheiro - e é assim que também eles se veem contagiados pela febre das tulipas, um negócio muito rentável recentemente descoberto pelos Holandeses. À medida que o quadro progride, também a ambição, o desejo e os sonhos do jovem casal se intensificam. E a traição rapidamente se transforma num perigoso jogo impossível de parar...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Febre das Tulipas”, de Deborah Moggach, publicado pela editora Edições Asa, em 2017 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Asa
Páginas: 256
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789892338743
Sobre a editora
Os livros da editora Edicoes Asa apresentam uma narrativa que transita entre o romance histórico e o drama contemporâneo, com frequentes incursões em mistérios e tramas policiais. O catálogo sugere uma predileção por personagens complexos, muitas vezes marcados por conflitos internos ou situações limite, que se desenrolam em cenários variados, desde cidades europeias até ambientes exóticos ou períodos históricos específicos. A leitura costuma envolver um ritmo que equilibra tensão e emoção, com histórias que exploram relações familiares, segredos do passado e dilemas morais. A linguagem tende a ser acessível, mas com profundidade emocional, favorecendo o envolvimento do leitor com as motivações e transformações dos protagonistas.
