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A Feijoada que Derrubou o Governo

Título: A Feijoada que Derrubou o Governo

Autor: Joel Silveira

Sinopse: A feijoada que derrubou o governo reúne histórias políticas sempre saborosas, tanto das grandes figuras da República, como Juscelino Kubitschek, João Goulart ou Jânio Quadros, como das menos conhecidas do público atual (mas não por isso menos interessantes). Uma delas é Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, a raposa mineira que "tirava a meia sem tirar o sapato" e que, ao deixar o Ministério da Fazenda, pediu sete contos emprestados para pagar suas dívidas. Já o chefe de polícia de Getulio Vargas, João Alberto Lins de Barros, intimava os amigos a comparecer de madrugada à delegacia com o objetivo de formar uma roda de pôquer. Só Getulio Vargas recusou-se a dar entrevista a Joel: esmagou no cinzeiro o que restava do charuto e saiu sem se despedir, batendo a porta. O incidente, claro, rendeu matéria. Em meio a esses personagens todos, salta aos olhos um em especial: o próprio Joel. Seja no relato de sua experiência como correspondente na Segunda Guerra, na observação fina da fauna política brasileira e no relato histórico despretensioso, Joel mostra como o jornalismo pode ser saboroso e surpreendentemente original.

Contexto da obra

Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “A Feijoada que Derrubou o Governo”, de Joel Silveira, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 216

Ano: 2004

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535905731

ISBN13: 9788535905731

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,274
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,20

Sobre o autor

A leitura dos livros de Joel Silveira traz uma experiência marcada pela precisão do olhar jornalístico, que se traduz em narrativas detalhadas e observadoras. O tom varia entre a ironia sutil e a sensibilidade contida, criando uma tensão que oscila entre o relato seco e a descoberta íntima dos personagens e fatos. O ritmo tende a ser direto, mas não abre mão das nuances, especialmente na construção das pequenas verdades que emergem das entrelinhas. A prosa privilegia a clareza e a economia de palavras, sem perder a riqueza dos detalhes que dão vida às situações cotidianas. Em meio a reportagens, contos e memórias, o leitor encontra uma voz que equilibra o jornalismo com a literatura, convidando à reflexão sobre o humano por trás dos eventos.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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