
Título: A Felicidade em Albert Camus
Autor: Marcello Duarte Mathias
Sinopse: No dia 5 de Janeiro de 1960, o Times de Londres, anunciando a morte do escritor francês Albert Camus, inseria nas colunas do seu editorial um artigo intitulado: 'A Man who Walked Alone'. O jornalista definia assim, em cinco breves palavras, muito mais do que a caminhada solitária do escritor Camus — resumia o destino das suas melhores criações. O que é, em última análise,o itinerário de um Calígula, de um Meursault, de um Clamence, senão o longo e doloroso percurso da solidão? De cada artista afinal, senão de todos os homens? Solidão essencial e irredutível que o amor, a política, a criação, por vezes transfiguram, sem nunca verdadeiramente a redimir. A caminhada sem fim de Sísifo não parece ser assim a vocação de um destino excepcional, mas a mais rudimentar experiência de um homem comum. Essa primeira e rudimentar experiência circunscreve-se para Camus, filho natural da alegria e da morte, a uma particular sensação de exílio interior, de clausura, que a sua infância como que concentra e anuncia. Camus exemplifica, por excelência, a veracidade da célebre asserção de Wordsworth de que a criança é o pai do homem. 'A Felicidade em Albert Camus', de Marcello Duarte Mathias foi publicado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 1975 e reeditado em Portugal em 1978, tendo então recebido o Premio de Ensaio da Academia das Ciências de Lisboa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Felicidade em Albert Camus”, de Marcello Duarte Mathias, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 1978 e com 278 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 278
Ano: 1978
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
