
Título: A Festa da Redenção
Autor: Manassés Guerra
Sinopse: O nosso Pai percorreu um longo e tenebroso caminho em nossa direção. Seguiu a risca por meios legais até se infiltrar na humanidade e colher resultados. Nós somos o motivo de sua viagem! A nossa redenção, portanto, é a coroação de um amplo e perfeito processo judicial que envolveu a própria humanidade, os poderes espirituais das trevas e, sobretudo, os poderes espirituais da luz e do bem. Deus, o reto Juíz trouxe de volta a justiça outrora perdida. A saga da redenção revela o coração de Deus apaixonado pela humanidade: "Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito". Deus não iria morrer por alguém que não amasse! Mesmo sabendo que nada tínhamos para oferecer, Deus nos deu o seu perdão na forma do seu filho Jesus. Ele despedaçou os grilhões do pecado e da morte e inundou a terra com o seu amor. Para que o som da alegria fosse restaurado no nosso coração, Jesus sentiu profundamente a angústia da inimizade contra Deus, o som da solidão. Ele foi saudado com a música fúnebre da morte eterna. A sua ressurreição, porém, devolveu ao nosso coração e à nossa vida, o som festivo da volta à casa do Pai, a festa da redenção!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Festa da Redenção”, de Manassés Guerra, publicado pela editora Recriar, em 2015 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Recriar
Páginas: 144
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8545502613
ISBN13: 9788545502616
Sobre a editora
Os livros da editora Recriar convidam o leitor a um mergulho crítico e reflexivo sobre temas ligados à religião, fé e suas interfaces sociais no Brasil contemporâneo. A experiência de leitura costuma ser densa, marcada por análises que atravessam história, teologia e questões políticas, sempre com um olhar atento às tensões e contradições presentes nas comunidades religiosas. O tom varia entre o acadêmico e o ensaístico, com textos que demandam atenção e disposição para diálogos complexos sobre identidades, poder e espiritualidade. O catálogo indica uma preferência por obras que problematizam o papel das instituições religiosas, as dinâmicas internas de grupos pentecostais e protestantes, e os desafios éticos e sociais enfrentados por esses movimentos.
