
Título: A Festa das Letras
Autor: Cecília Meireles
Sinopse: No final dos anos 1930, o governo de Getúlio Vargas concentrou suas forças para aperfeiçoar a qualidade da nutrição do povo brasileiro. Na época, pensando em um livro que aproximasse as crianças do universo de frutas, legumes, verduras e demais alimentos do cotidiano, e, além disso, lhes ensinasse noções básicas de higiene alimentar. A Livraria do Globo convidou dois autores de relevo: Cecília Meireles e Josué de Castro. Poeta, cronista e educadora, Cecília tinha um dom raro para conceber textos envolventes para crianças e jovens, capacidade que mais tarde se comprovaria em seu consagrado Ou isto ou aquilo (1946). Josué de Castro, por sua vez, geógrafo e médico, uma das maiores autoridades brasileiras em alimentação, destacou-se com seu Geopolítica da fome (1951). Com poesias de A a Z, os autores não economizaram seus conhecimentos para o preparo desta obra. Aqui, eles temperam com muita graça e sabor as palavras, receitando como se pode alimentar bem o corpo e a alma.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Festa das Letras”, de Cecília Meireles, publicado pela editora Global Editora, em 2015 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 64
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526022016
ISBN13: 9788526022010
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
