
Título: A Field Guide to White Supremacy
Autor: Kathleen Belew
Sinopse: It is not a matter of argument among the vast majority of scholars, but of demonstrable fact. White supremacy includes both individual prejudice and, for instance, the long history of the disproportionate incarceration of people of color. It describes a legal system still predisposed towards racial inequality even when judge, counsel, and jurors abjure racism at the individual level. It is collective and individual. It is old and immediate. Some white supremacists turn to violence, but there are also a lot of people who are individually white supremacist-some openly so-and reject violence. This Field Guide proposes that a better understanding of hate groups, white supremacy, and the ways that racism and patriarchy have braided into our laws and systems can help people to tell, and understand, better stories. .
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Field Guide to White Supremacy”, de Kathleen Belew, publicado pela editora Univ of California Press, em 2021 e com 421 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Univ of California Press
Páginas: 421
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0520382501
ISBN13: 9780520382503
Sobre a editora
Os livros da editora Univ of California Press oferecem uma experiência que mescla análises profundas com narrativas densas, frequentemente ancoradas em contextos históricos, sociais e culturais complexos. O catálogo revela uma inclinação por obras que investigam temas como política, economia, saúde global e questões sociais, com textos que transitam entre abordagens acadêmicas e relatos que dialogam com o leitor por meio de exemplos concretos e estudos de caso. Há títulos que exploram tensões contemporâneas, como o impacto da desinformação e a precariedade do trabalho, enquanto outros se aprofundam em histórias culturais e políticas de regiões específicas, como o Oriente Médio ou a América do Norte. O tom varia entre o analítico e o crítico, com ritmo que privilegia a reflexão e o debate, sugerindo um público interessado em compreender as complexidades do mundo atual e passado.
